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2010-11-04

Crítica Semanal - Sin City (2005)

 http://boxcultural.files.wordpress.com/2009/05/sin_city.jpgUtilizando a mesma técnica inovadora de 'Capitão Sky e o Mundo de amanhã', chamada croma-keys, 'Sin City' foi todo rodado em estúdio, com fundos verdes, que mais tarde foram substituídos por pretos e brancos totais, dando ao filme um estilo antigo e belo. As imagens se tornam uma galeria de arte, e as atuações se encaixam perfeitamente em toda a trama.

Bruce Willis interpreta Hartigan, um policial prestes a explodir que deve cumprir a promessa de proteger a stripper Nancy (Jessica Alba); Mickey Rourke é Marv, o misantropo errante, cuja missão é vingar a morte da única mulher que realmente amou, Goldie (Jaime King); e Clive Owen vive Dwight, amante clandestino de Shelley (Brittany Murphy), que passa suas noites defendendo Gail (Rosario Dawson) e suas garotas (Devon Aoki e Alexis Bledel) da mira de Jackie Boy (Benicio Del Toro), um policial corrupto e violento.

http://themadmovieguy.files.wordpress.com/2010/01/20_sin_city.jpgCom um elenco estelar, que passa de veteranos (Bruce Willis, Mickey Rourke, Rutger Hauer, Benicio Del Toro), à estrelas em ascenção (Jessica Alba, Rosario Dawson, Clive Owen, Nick Stahl, Elijah Wood, Brittany Murphy), o filme consegue seguir à risca o clima e a igualdade dos gibis (conhecidos por poucos) e ao mesmo tempo se transformar em um filme extremamente bem realizado.

Uma mistura de cinema noir e filmes cults que acaba por tirar suspiros da platéia.
Extremamente amoral, e ao mesmo tempo deliciosamente degustável.

Nota: 9,0



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2010-10-27

Crítica Semanal - [REC] (2007)

http://1.bp.blogspot.com/_vCSuzN7eF1Y/S_1Cem-v_KI/AAAAAAAAAEM/nVNbebUq6cQ/s1600/rec.jpgO terror espanhol [REC] (2007), dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza, utiliza de elementos consagrados no gênero do terror, mas com um toque extremo de inovação.Comparações podem ser feitas com A Bruxa de Blair, por darem a mesma abordagem realista ao filme com o uso inquieto da câmera em primeira pessoa.

A frente da câmera está Ângela Vidal (Manoela Velasco), que é uma apresentadora e seu câmera, Pablo (Pablo Rosso, diretor de fotografia do filme), estão produzindo uma matéria junto ao corpo de bombeiros, que recebem um chamado em um prédio onde gritos são escutados. Dada a ordem por Ângela de "Não pare de Gravar!", as investigações começam e não demora muito para o terror se instalar entre moradores, polícia e bombeiros e toda a correria, gritaria e sangue explícito. Logo o prédio é selado do lado de fora por agentes sanitários, e ninguém pode sair! Ângela percebe então que tem uma grande matéria em mãos: a negligência das autoridades que não dão nenhuma explicação do que esta acontecendo, e o horror capturado em fita.


O filme acha uma explicação não muito plausível para tudo que está acontecendo, mas o espectador pode não dar muita importância para isso, pois só quer que todo o desespero acabe logo. [REC] consegue se firmar no que se propõe, além de um terror visual, o filme consegue se consagrar como um filme de terror psicológico, capaz causar aflição em todas as platéias.

Com uma continuação espanhola feita e um remake hollywoodyano produzido chamado "Quarentena", esse filme fica na minha lista de melhores filmes de terror dos últimos anos.

Nota: 9,0




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2010-10-20

Crítica Semanal - A Òrfã (2009)

filme+a+orfã.jpg (242×360)Poucas vezes conseguimos ser surpreendidos com boas e interessantes obras de suspense nos cinemas.O que faz mesmo valer o filme é a bela interpretação da jovem Isabelle Fuhrman, que consegue gerar momentos bastante tensos.

A trama segue a história de um casal que possui dois filhos (uma menina surda e um garoto) e que, após perder em um aborto o que seria a terceira da prole, decide adotar uma criança um pouco mais velha. Chegando num orfanato a escolhida é uma jovem russa de 9 anos chamada Esther. Aparentemente muito inteligente e perspicaz para sua idade, conforme a história avança vamos conhecendo um lado bastante pertubador que Esther escondia.

A jovem atriz Isabelle Fuhrman dá mesmo um show de interpretação. Incrivelmente sádica, violenta e assustadora (tá bom, nem tanto), é ela quem realmente rouba a cena. As outras atuações estão num nível que não comprometem o entretenimento. O grande problema mesmo acaba ficando por conta de algumas previsibilidades ou uso de elementos que já estão manjados e saturados em obras deste gênero.

Ainda que chegando ao final a trama queira dar uma “virada” com uma explicação ‘fora do comum’, digamos assim, posso dizer que “A Orfã” é um filme razoavelmente bom. Fica somente aquela sensação de que a história poderia ser melhor aproveitada se fugisse um pouco de tantos comodismos.

Nota: 5,0



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2010-10-13

Crítica Semanal - 2012 (2009)

2012_movie_poster.jpg (509×755) O cineasta alemão, Roland Emmerich, que já trouxe o apocalipse à tela grande em filmes como Independence Day e O Dia Depois de Amanhã, parece estar disposto a se tornar referência em termos de cinema-catástrofe. Não à toa que 2012 seja seu projeto mais ambicioso.

O filme começa ainda em 2009, quando um cientista indiano (Jimy Mistry) descobre que alterações nas explosões solares esquentariam o núcleo do planeta, provocando uma série de catástrofes naturais. O governo norte-americano logo toma conhecimento do fato, através do geólogo Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor), e parte para medidas que evitem que a humanidade seja extinta. Já em 2012, entra em cena o escritor fracassado Jackson Curtis (John Cusack), em viagem com os filhos. Quando acampa em um local que lhe traz recordações de seu extinto casamento com Kate (Amanda Peet), este entra em contato com o paranóico Charlie Frost (Woody Harrelson), que lhe conta suas teorias do fim do mundo. Curtis não dá créditos ao doidão até que passa a sofrer na pele os primeiros sinais do fim do planeta.


2012-movie.jpg (500×334)E assim o roteiro se constrói em dois âmbitos: na esfera política, com os governantes tentando colocar em prática o plano de escape – que se concentram em enormes arcas, que permitirão que uma amostragem de seres humanos e animais permitam o repovoamento do planeta, e na esfera humana, com Jackson e família tentando sobreviver ao caos.

2012 é ambicioso, sem dúvida. Sua enorme duração, seus gastos excessivos deixam claro que este seria o maior projeto da carreira de Emmerich. Mas as coisas não funcionam como deveriam. O filme muitas vezes é arrastado, principalmente quando se concentra na politicagem do personagem de Oliver Platt, um assessor do presidente norte-americano (Danny Glover) que se torna o antagonista natural; os efeitos visuais são ora magníficos, como a destruição de Los Angeles, ora um fiasco, como a erupção do vulcão em Yellowstone; e os atores, praticamente comandados por Cusack, não demonstram maior empolgação.

E, como não poderia deixar de ser, 2012 ainda traz uma carga enorme de sentimentalismo barato, discursos humanistas e soluções chocantes para sensibilizar o espectador. A sorte é que nem Bruce Willis nem Ben Affleck estão no filme!


Nota: 2,0





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2010-10-06

Crítica Semanal - Donnie Darko (2001)

http://cdn.cucharasonica.com/files/2007/10/donnie_darko.jpgCom um orçamento de filme independente (US$ 4 milhões), Richard Kelly reuniu um ótimo elenco, com destaque para o protagonista Jake Gyllenhaal. A história mostra o personagem de Gyllenhaal, um menino esquizofrênico que conversava com Frank, seu amigo imaginário que, na verdade, era um coelho gigante de 1,80 m.

Donnie DarkoDe certo modo essa é a trama mas olhando mais perto, porém, o que se vê é um filme dramático, mas também engraçado, que ao mesmo tempo fala de viagem no tempo e de Deus. Ouvidos a postos, a trilha sonora inclui clássicos dos anos 80, como Echo & the bunnymen (The Killing Moon), Tears for fears (Head over heels), Duran Duran (Notorious), Joy Division (Love will tear us apart), The Church (Under the milk way), além do sensacional cover de Mad World, do Tears for fears, por Gary Jules mas se você não gosta dessas músicas, só lamento, pois elas aparecem derrepente e em horas inapropriadas.
 

Vale destacar também os personagens secundários - extremamente importantes para a história: a professora de Literatura (Barrymore), o professor de Física (Noah Wyle) e guru de auto-ajuda interpretado por Patrick Swayze.

Donnie Darko é um filme para se assistir mais de uma vez e, de preferência, com vários amigos(as). Isso porque ele é complexo a ponto de incitar longas discussões e possui ótimos diálogos, que renderão gargalhadas coletivas (fato). É como se aqueles filmes de terror de antigamente ganhassem pitadas de De Volta para o Futuro, roubassem umas referências dos livros de Stephen King e tivessem a sagacidade das discussões de Seinfeld.

Nota :7,5




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2010-09-29

Crítica Semanal - O Labirinto do Fauno (2006)

O Labirinto do Fauno (El Laberinto del Fauno, 2006) é com certeza um dos melhores filmes do ano de 2006. O cineasta Guillermo Del Toro apresenta uma fábula sombria recheada de metáforas e alegorias. Além de ser puro entretenimento, o longa também é uma ótima refeição mental para os cinéfilos e amantes da literatura fantástica. É fácil encontrar referências a filmes como O Iluminado, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, O Mágico de Oz, Hellboy (do próprio Del Toro) e livros como Alice no País das Maravilhas e as fábulas de Hans Christian Andersen e dos Irmãos Grimm. 

O Labirinto do FaunoOfelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para uma região ao norte de Navarra com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil), que acaba de se casar com um oficial fascista (Sergi López) que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo conseqüências para todos à sua volta.

O Labirinto do Fauno Del Toro não delimita o que é fantasia ou realidade. Ele aponta caminhos e deixa que o público embarque na viagem de sua preferência. Mesmo na conclusão, Del Toro contrasta os dois mundos. O espectador tem a possibilidade de escolher baseado em suas crenças pessoais. Quem não acredita em fadas, lendas e mitologia não se sentirá enganado. Otimistas que ainda vêem esperança no mundo caótico em que vivemos ficarão satisfeitos. E essa dualidade fica evidente na personalidade de Ofelia. Ela mostra que talvez a melhor maneira de escapar da realidade seja criando um mundo de fantasia.


O elemento humano por trás dos comentários e mensagens de Del Toro reforçam ainda mais suas idéias. Todo o elenco está excelente. Mas quem chama a atenção é Sergi Lopez. Impossível desviar o olhar da tela quando ele aparece. Ele cria um vilão completamente odiável e se torna o ser mais asqueroso e repugnante, mesmo rodeado pelas criaturas mais estranhas possível. Enfim, é um ótimo blockbuster para se assistir em dias chuvosos ou até mesmo quando estiver estressado e querer sair um pouco da realidade.

Nota: 9


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2010-09-22

Crítica Semanal - Exorcista: O início (2004)

http://sp4.fotolog.com/photo/20/51/76/filmesdeterror/1206208349_f.jpgA premissa era genial: mostrar o passado do Padre Lancaster Merrin (Stellan Skarsgård), antes dele se tornar um exorcista, algo que foi bastante comentado no filme de 1973 (quando o personagem foi interpretado por Max von Sydow).


A nova história mostra o arqueólogo afastado da batina, tentando esquecer os horrores da Segunda Guerra Mundial ao liderar a escavação de uma improvável igreja bizantina no Quênia. Entretanto, com a descoberta de uma cripta ainda mais antiga que a edificação, uma força demoníaca - a mesma que possui a menininha Regan (Linda Blair) no original - é liberada, aparentemente encarnando em um garoto nativo sob os cuidados da bela médica Sarah (Izabella Scorupco). Em pouco tempo a loucura começa a tomar conta do vilarejo, criando um horror ainda pior do que o presenciado pelo padre no passado.

Apesar de toda a força da história, o resultado é medíocre. Em Exorcista: O início, o que conta são os sustos fáceis, os gritos e a sofrível computação gráfica. Que saudade do boneco de cabeça giratória! 

Claro que nem tudo é imprestável no filme. O competente Skarsgård se esforça como Merrin, mas é totalmente apagado pela ruindade da encarnação do demônio nas cenas derradeiras. A maquiagem da criatura é evidente, malfeita e os cortes para o boneco 3D são tão gritantes e desnecessários que sugam toda a qualidade da atuação do ator. O que realmente salva é o lendário fotógrafo romano Vittorio Storaro que garante ao filme suas únicas qualidades reais - a paleta de cores e a iluminação. O restante, nem um pacto com o demônio salvaria.

Nota: 4 




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2010-09-18

Crítica Semanal - A Vila (2004)

A vila construída para o novo filme de M. Night Shyamalan, diretor de Sexto Sentido, Corpo Fechado e Sinais, está aquém de mitos modernos, afinal estamos no fim do século 19, em um lugar onde a revolução industrial ainda não chegou. Mas isso não exclui o local de ter seus próprios medos, no caso, criaturas conhecidas apenas como "Aqueles-de-quem-não-falamos". Existe uma espécie de acordo entre os camponeses e os "Voldemorts" que moram na floresta ao seu redor: os humanos não invadem os limites da mata e aqueles estranhos seres que assombram a vila não entram na pequena comunidade.Para controlá-los, existem rituais de oferenda de animais e, por segurança, algumas torres de sentinela, de onde os jovens montam guarda e patrulham as fronteiras entre um e outro.

A Vila Tudo ia bem até que certo dia os animais do vilarejo começam a surgir mortos. O conselho da vila, que reúne os mais velhos, convoca assembléia extraordinária para tentar entender o que está acontecendo. Será que o pacto foi quebrado e agora suas vidas estão em risco? Teria algum dos habitantes da cidadezinha invadido o território das bestas e agora elas estão fora do controle?

Além do ótimo elenco, Shyamalan soube reunir também uma excelente equipe técnica, que cuidou para que figurino e cenário remontassem à perfeição um pequeno vilarejo do século retrasado. Cada detalhe é meticulosamente pensado para que o espectador não perca o foco. Um bom exemplo é a inexistência de cavalos entre os animais, o que ajuda a "vende a idéia" de que os habitantes da vila não têm a menor intenção de sair dali.

E a fotografia de Roger Deakins (Uma mente brilhante, O Homem que não estava lá), junto à trilha sonora criada por James Newton Howard (Colateral, Peter Pan) embalam e criam o clima perfeito para o suspense, drama e (acredite) romance do filme. Enfim, é um filme que pode te surpreender de uma hora pra outra, a não ser que você mate a charada antes da hora, dai o filme ficará pouco envolvente e os motivos pouco convincentes.

Nota:7

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2010-09-08

Crítica Semanal - Bastardos Inglórios (2009)

Bastardos Inglórios
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFqFi0CM-xbpYG_s3nDuKtm2OQm7lKjNAaX_dqJrKXjIwKrXTH8C7M1KAT4QtYsXy4HGh1QYd999TP2Ny_atcYpaRjZEpLHw9IKEocPL9Ntc7aHs6RgvVDM6ErGpW8cayVncvOM7hev2rr/s1600/Soldado+-+Bastardos+Ingl%C3%B3rios.jpgA história começa na França ocupada pelos nazistas, onde Shosanna Dreyfus testemunha a execução de sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa. Após uma introdução brilhante com uma intensa conversa entre os personagens de Denis Menochet e Waltz, a jovem consegue escapar e foge para Paris, onde cria uma nova identidade como dona de cinema. Enquanto isso, também na Europa, o tenente Aldo Raine inferniza ao lado de seu grupo de soldados judeus os nazistas. Conhecido por seus inimigos como Os Bastardos, o esquadrão de Raine se junta à atriz alemã e agente infiltrada Bridget Von Hammersmark  em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich. E os destinos convergem para o cinema onde Shosanna está planejando a sua própria vingança.

Bastardos Inglórios Nesse filme Tarantino consegue exigir bastante de seus atores com dialogos longos, personagens bem distintos e cada um com sua caracteristica e isso ajudou muito. Como todos os filmes de Tarantino, Bastardos Inglórios tem a famosa "violência tarantinesca"  que uns amam e outros odeiam. Considerando os filmes anteriores do diretor, achei desta vez ela até contida. O problema desse filme é justamente quando o aclamado diretor deixa escapar alguns elementos pops que eu até gosto, mas que nesse filme não tem o menor sentido devido à sua época e contexto.
 
 Na minha opnião esse filme é bom pelo simples fato de ter o toque de Tarantino e a atuação de Christoph Waltz que é o antagonista, no caso o coronel nazista, e aconteceu exatamente o que aconteceu no Batman - Cavaleiro das Trevas, o Coringa rouba a cena e se torna o destaque do filme. Recomendo esse filme para quem gosta do estilo Tarantino, guerras ou para quem procura um bom filme mesmo.

Nota: 8

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2010-08-31

Crítica Semanal - Laranja Mecânica (1971)

http://lombardi.files.wordpress.com/2010/03/a_clockwork_orange_04.jpgO Filme conta a história de Alex, um garoto que à vista se mostra muito educado e culto mas que na verdade é o líder de uma gangue que sai às escuras da noite para fazer coisas inescrupulosas e sádicas. Após ser preso, é submetido à testes que o deixam imponente à qualquer tipo de violência.

 Laranja Mecânica (Clockwork Orange) gerou muita polemica quando foi lançado e foi até proibido de passar em certos países. Na minha opinião o filme é polemico sim, mas também é um Cult, clássico do cinema e muito envolvente.

http://wiki.stoa.usp.br/images/6/67/Laranja_mecanica.jpg O diretor Stanley Kubrick foi muito esperto na escolha do elenco e também soube confundir o telespectador com erros de gravações propositais e a ótima trilha sonora que se encaixou perfeitamente com o enredo. O filme também não é tão perfeito devido à sua péssima fotografia, pelo menos na minha opinião.

E eu acho que Laranja Mecânica se tornou um clássico devido as cenas em que Alex se passa por cobaia em um teste inovador da ciência que é capaz de tirar presos da cadeia.

Sem muitos Spoilers, é um filme perfeito pra quem gosta de Cults, filmes da década de 70 e violentos.

Nota: 9
Para quem quiser ver o trailer :



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